A Housemarque assegura que Saros não seria possível sem a Sony, uma vez que a produtora não teria capacidade para avançar com o projeto se tivesse permanecido independente.

Illari Kuittinen, CEO da Housemarque, falou com o Helsingin Sanomat, obrigado ao Wccftech, sobre a vida da produtora como parte da Sony Interactive Entertainment, o que inclui seguir novas regras para os recursos humanos e receber luz verde para projetos muito mais caros.

O desenvolvimento de Saros, que começou em 2022, custará aproximadamente o mesmo que a Remedy gastou em Alan Wake 2, que de acordo com fontes não oficiais custou perto de 70 milhões de euros, mas não sabemos como este valor se compara com Returnal, o anterior título da Housemarque.

No entanto, Saros está posicionado para se tornar no projeto mais caro da Housemarque, que te desafia a viajar até Carcossa, uma colónia na qual serás um Soltari Enforcer que tenta encontrar uma explicação para os eventos misteriosos que estão a decorrer.

Não sabemos muito de Saros, mas a Housemarque sugeriu que existem elementos rogue-like, na forma de recursos que os jogadores transportam de uma tentativa para a próxima, juntamente com a possibilidade de melhorar de forma permanente o equipamento.

Saros está em desenvolvimento para a PS5, sendo esperado para 2026.